
Para além da crise sanitária e econômica, quais seriam os efeitos colaterais?
Basta olhar com um pouco de atenção para perceber o número extraordinário de lojas com placas de “vende-se” ou “aluga-se”. São milhares de estabelecimentos que entraram em estado de insolvência e outros tantos que ainda vão entrar.
Muitos fecharam as portas para jamais retornar!
Outros, em algum momento, podem até retomar suas atividades, mas, seguramente, vão precisar reinventar a forma com que operam a gestão de seus negócios.
Nesse cenário, não tenho dúvida de que o desemprego vai alcançar índices preocupantes. Isso parece claro!
No entanto, o que mais me preocupa é a materialização da crise sanitária e econômica na vida pessoal sob os aspectos relacionados à família, à depressão, à insegurança, ao medo, à violência doméstica, aos suicídios etc.
Notem que o desemprego aliado à falácia dos auxílios emergenciais funciona como um mecanismo de controle da grande massa da população. Esse mecanismo de “ajuda”, na verdade, exclui a liberdade das pessoas, que, em troca de um auxílio, deixam de gerar a renda com o próprio suor. Deixam de produzir para poder receber e gastar com suas necessidades e, assim, ficam confinadas em suas casas aguardando pela ajuda do governo. Isso se já não tiveram que negociar suas moradias para fazer frente às despesas da família.
Não se enganem!! A conta relativa aos auxílios emergenciais, cedo ou tarde, vai chegar! Quem emprestou vai querer a devolução com os respectivos juros.
Lembro, ainda, que um dos fatores que motivam os estados depressivos é essencialmente o isolamento, especialmente quando esse isolamento vem acompanhado da ausência de exposição à luz solar, da falta de exercícios físicos e de uma alimentação à base de carboidratos refinados e pobre em proteínas de origem animal.
Cuidem da saúde, mas não abandonem o direito à liberdade e à autodeterminação.
Saúde e prosperidade!!
Fiquem com Deus!!!
