Andar descalço – Benefícios: Andar descalço na terra, grama ou areia ajuda a descarregar a eletricidade estática do corpo e segundo o Dr. Joseph Mercola combate inflamações e doenças crônicas.

Segredo da Juventude

Como sabemos, a juventude está relacionada a diversos fatores.

Hoje, sob a ótica das reações metabólicas, gostaria de compartilhar a minha compreensão quanto ao funcionamento de duas importantes vias metabólicas.

A primeira (via mTor) cuida essencialmente do anabolismo celular. Portanto, o exercício físico, bem como o estado alimentado motivam a ativação dessa via, sendo responsável pela proliferação celular.

Notem, que a permanência constante nesse estado não configura a melhor estratégia para aqueles que buscam alcançar longevidade aliada à saúde. Isso porque, a proliferação celular trabalha tanto no âmbito das células saudáveis quanto das células defeituosas.

A segunda (via AMPK) atua na direção oposta. Ou seja, promovendo renovação celular por meio da morte programada das células defeituosas (autofagia). Trata-se do estado não alimentado, o qual se alcança, essencialmente, por meio da prática do jejum.

Entre outros benefícios, o estado não alimentado além de ativar a destruição das células defeituosas (autofagia) estabelece o equilíbrio hormonal (testosterona, GH) com otimização do estado metabólico.

Creio que o segredo da juventude está no equilíbrio entre essas duas importantes vias. É dizer, manter a harmonia entre a renovação celular (autofagia) e o estado de proliferação celular (anabolismo).

Eu pratico o jejum intermitente aliado aos exercícios físicos resistidos. Por outro lado, no estado alimentado, gosto muito da dieta carnívora, low carb e cetogênica.

E você, o que faz para alcançar o equilíbrio entre essas duas vias? Ou prefere priorizar uma via metabólica em detrimento da outra?

Boa leitura, saúde e prosperidade!!

A descoberta do JEJUM

Conheci o jejum, enquanto mecanismo de cura, acidentalmente.

Digo acidentalmente porque sempre me alimentei com intervalos curtos (3 em 3 horas) apenas por acreditar que essa dieta era satisfatória, na medida em que supria a minha necessidade calórica diária. Até que surgiu a necessidade, em razão de compromissos, de estender o intervalo entre uma e outra refeição. Cheguei a ficar (sem qualquer preparo inicial) 18 horas sem comer.

Foi nesse momento que comecei a estudar sobre o jejum e os seus benefícios.

Na verdade, eu não entendia a real necessidade do meu corpo. Achava que o corpo precisava estar alimentado todo o tempo. É dizer, eu fornecia energia constante (especialmente por meio de carboidratos refinados) e não me preocupava em estabelecer períodos saudáveis de descanso. Assim, excluindo o período de sono, a minha via anabólica (mTor) estava em constante ativação, o que, por sua vez, prejudicava a regulação da atividade de reparo mitocondrial, sem falar no desequilíbrio hormonal (GH, testosterona, insulina etc).

Iniciei experimentos com a intenção de fazer com que o meu corpo entendesse que a energia seria produzida pela gordura e não mais pelos carboidratos. Dessa maneira, consegui (com paciência e determinação) mais tempo sem a ingestão de alimentos, pois os carboidratos, especialmente os refinados, causavam picos glicêmicos e me forçavam a comer mais vezes.

Com o passar do tempo e praticamente sem a participação de carboidratos na alimentação, dei início a períodos mais prolongados de jejum (16, 18, 24, 48, 72 até 96 horas).

Hoje, por experiência própria, posso afirmar que com a prática do jejum consegui desintoxicar o corpo e, sobretudo, ativar a via APMK (catabolismo) com regulação da atividade de reparo mitocondrial sob a influência da morte programada das células defeituosas (apoptose).

Foi assim que descobri o jejum: enquanto instrumento de cura!

Desejo uma vida EXTRAORDINÁRIA e PLENA!

Grato!

Paulo Ishihara

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Saúde: foco em atitudes

Estive pensando sobre quando comecei a mudar a minha alimentação e como isso refletiu em todas as áreas da minha vida.

Eu sempre gostei de cuidar da minha própria saúde e achava que comer apenas vegetais seria o melhor caminho para alcançar um vida mais saudável e longeva. Em certa medida, creio que me enganei. Nesse aspecto, ressalto que não tenho absolutamente nada contra o veganismo ou o vegetarianismo, até porque fui vegetariano por mais de 20 anos e cheguei a ser vegano por aproximadamente 8 meses. Mas isso é assunto para um outro momento.

Por enquanto, quero apresentar, sem qualquer hierarquia ou ordem de estilo, os quatro pilares da saúde física e mental: a) manter níveis saudáveis de açúcar no sangue, especialmente por meio da redução do consumo de carboidratos refinados; b) adoção de uma dieta mais mediterrânea (rica em proteínas e gorduras saudáveis); c) praticar exercícios físicos e d) sono de qualidade.

Sei que existem outros elementos geradores de saúde, disposição e longevidade tão ou mais importantes que os citados acima. No entanto, reporto-me aos mencionados pilares porque foram eles que me fizeram entender o conceito de inflamação sistêmica, o que, por sua vez, impulsionou minha compreensão no sentido de admitir o alimento como combustível para o corpo. Não estou dizendo que desmereço os sabores, mas apenas que aprendi a depositar valor nos verdadeiros alimentos.

Este protocolo básico pode salvar vidas, afastar doenças crônicas e, sobretudo, devolver o estilo de vida saudável que todos merecem.

Desejo uma VIDA EXTRAORDINÁRIA!!!

Grato pela atenção!

Paulo Ishihara

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